Risco psicossocial: medir, classificar e comprovar
A NR-01 passou a exigir que o risco psicossocial entre no gerenciamento de riscos ocupacionais, ao lado dos agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidente. A dificuldade não é entender a exigência — é comprovar que ela foi atendida.
Por que a maioria das consultorias trava aqui
Risco psicossocial não se mede com equipamento. Não há dosímetro, não há bomba de amostragem e não há tabela de limite de tolerância para consultar: a única fonte do dado é o próprio trabalhador. Isso muda o problema de lugar — deixa de ser instrumentação e passa a ser pesquisa com método.
E é aí que a comprovação costuma faltar. Um formulário improvisado, respondido por poucos e sem anonimato, produz um número que não sustenta auditoria nem defende a empresa numa ação trabalhista.
Como o SIGO resolve, em quatro etapas
A pesquisa vai para o celular
Link público ou QR Code. Sem aplicativo para instalar, sem login e sem identificação — o anonimato é o que faz a resposta ser sincera, e resposta insincera não mede nada.
O sistema calcula a amostra mínima
A adesão é acompanhada em tempo real contra a amostra necessária. Sem isso, não há como afirmar que o resultado representa o quadro de funcionários.
Os fatores viram ranking classificado
Cada fator psicossocial recebe severidade e probabilidade, e daí sai o nível de risco — a mesma lógica que o sistema já aplica aos agentes físicos, químicos e ergonômicos.
Sai inventário e plano de ação
O inventário psicossocial e o plano de ação são gerados com embasamento legal direto, no mesmo formato dos demais documentos da empresa.
O resultado não fica numa planilha à parte: ele entra no mesmo inventário de riscos que alimenta o PGR da empresa.
Perguntas sobre risco psicossocial
O que são riscos psicossociais no trabalho?
São fatores da organização do trabalho capazes de afetar a saúde mental e física de quem trabalha — por exemplo, ritmo e volume de trabalho, grau de autonomia sobre a própria tarefa, clareza do que se espera da função, qualidade das relações com chefia e colegas, e assédio. Diferentemente de ruído ou de um agente químico, não se medem com aparelho: medem-se perguntando a quem está exposto.
Como avaliar risco psicossocial na prática?
Por pesquisa anônima aplicada aos trabalhadores, com amostra suficiente para representar o quadro. As respostas são agrupadas por fator, cada fator recebe uma classificação de severidade e probabilidade, e o resultado alimenta o inventário de riscos e um plano de ação. O anonimato e o tamanho da amostra são o que separam uma avaliação defensável de uma opinião.
A pesquisa psicossocial precisa ser anônima?
Sim, na prática. Sem anonimato o trabalhador tende a responder o que imagina ser esperado dele, e o resultado deixa de refletir a realidade. No SIGO a resposta é dada por link público ou QR Code, sem login e sem qualquer identificação do respondente.
O SIGO precisa de outra ferramenta para o psicossocial?
Não. A pesquisa, o cálculo de amostra, o ranking de fatores, o inventário e o plano de ação são nativos do sistema, e o resultado entra no mesmo inventário de riscos que alimenta o PGR.
Quer ver a pesquisa psicossocial rodando?
Em uma demonstração dá para ver o fluxo inteiro: disparar a pesquisa, acompanhar a adesão e gerar o inventário com plano de ação.